Cavalo Crioulo contribui para a equinocultura ser um braço forte do agronegócio

Embora nos últimos anos tenha se discutido em uma crise econômica no País, o agronegócio apresenta sempre um expoente positivo e em potencial. Em um recente artigo redigido pelo criador, Médico Veterinário, Mestre em Medicina de Equinos, e Analista de Expansão da ABCCC, Lucas Lau, este pensamento se confirma: a equinocultura é peça importante para o crescimento do setor. O escrito foi publicado no site do escritório especializado em advocacia rural, Kern Boesing & Bombassaro, e cita a raça Crioula como uma importante chave para esta engrenagem. Para conferir na íntegra, clique aqui.

Apesar de ativamente nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o expansionista da ABCCC já passou por Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais. Assim, pode acompanhar de perto o panorama equino em cenários diferentes. “Mesmo notando grande diferença cultural de uma região para a outra, a equinocultura tem a mesma relação em todos os lugares”, acredita. Em suas visitas, Lucas pode observar de forma ativa os dois tipos de cavalo que traz em seu artigo: o de serviço, utilizado para a lida no campo, e o cavalo de esporte e lazer - este último, em grande crescimento.

Em seu artigo, Lau traz também o recente estudo da Sociedade Nacional de Agricultura aponta que 70% dos participantes ativos do mercado da equinocultura utilizam o cavalo como lazer e estão envolvidos no meio equestre há menos de 6 anos. Para o pesquisador, os dados mostram uma diminuição da utilização do cavalo nas atividades de pecuária como antigamente, embora ainda seja o principal responsável pela aquicultura no brasil. “Hoje vemos crescer a vinculação do cavalo como pet e pessoas que não têm ligação com o meio rural em si utilizando o cavalo como lazer. Esse cavalo vem crescendo tanto que em termos de economia deve superar o de lida, e principalmente a maneira como as pessoas que vivem do cavalo vão se comunicar com esses novos usuários”.



>> Clique aqui e leia o artigo “Equinocultura, um braço forte do agronegócio”, escrito por Lucas Lau.